Apesar das diferenças históricas e culturais, os países têm em comum as condições socioeconômicas marcadas por forte desigualdade social e baixo padrão de vida, que afetam a maioria da população. Enfrentam, ainda, alto índice de analfabetismo, de subnutrição, de mortalidade infantil e falta de moradia. Praticamente todos os países latino-americanos vivem o problema do desequilíbrio regional, com alguns Estados altamente desenvolvidos e outros carentes de infra-estrutura, e uma economia insuficiente para atender as necessidades de emprego e renda adequadas dos habitantes.
De acordo com as últimas estimativas, nos países da América Latina a taxa de pobreza aumentou 0,2 ponto percentual entre 1999 e 2002, passando de 43,8% para 44% da população. A pobreza extrema, por sua vez, cresceu 0,9 ponto percentual, atingindo 19,4% dos habitantes da região. Esse aumento da miséria foi causado, entre outros fatores, pelo fraco crescimento regional (0,4%, em 2001), seguido de queda, em 2002 (-0,6%). Com isso, o período total de estagnação na América Latina já dura cinco anos.
Argentina, Brasil, Chile e México são os países latino-americanos onde o desenvolvimento é mais avançado e que estão posicionados entre as nações de médio a alto nível no ranking do DAC (Comitê de Assistência ao Desenvolvimento).
IMIGRAÇÃO JAPONESA
Especialmente na América do Sul, onde se concentram os principais países latino-americanos, a imigração japonesa tem uma longa história. Os japoneses e seus descendentes formam comunidades importantes no Brasil, Peru, Argentina, Paraguai e Bolívia.
O relacionamento diplomático Japão-América do Sul teve início em 1873, com a assinatura de tratado com o Peru. No dia 5 de novembro de 1895, Japão e Brasil firmam o Tratado de Amizade, de Comércio e de Navegação, que abriu caminho para a imigração dos japoneses ao País.
Hoje, é grande a coletividade japonesa na América do Sul, formada tanto pela primeira geração de imigrantes quanto por descendentes que chegam à quarta e até quinta gerações no Brasil, Peru, Argentina e Bolívia. A maior comunidade nikkei está no Brasil – são cerca de 1 milhão e 400 mil pessoas que integram o maior contingente de origem japonesa fora do Japão.
Saiba mais sobre cada um dos países da América Latina clicando nos links abaixo (dados de 2000):
AMÉRICA DO NORTE
• México
AMERICA CENTRAL E CARIBE
• Costa Rica
• Cuba
• El Salvador
• Guatemala
• Haiti
• Honduras
• Nicarágua
• Panamá
• República Dominicana
AMERICA DO SUL
• Argentina
• Brasil
• Bolívia
• Chile
• Colômbia
• Equador
• Paraguai
• Peru
• Uruguai
• Venezuela
-Conheça também os países africanos em que se fala português!












